quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Algumas características interessantes sobre zumbis




Tenho ficado de fazer esse artigo faz alguns meses, então, aproveitando esse feriadão de Finados (e o fato de que não posso deitar, por que senão eu durmo); inicio a minha pequena observação sobre os estilos de zumbis que encontramos nas telonas.
Serão utilizados como parâmetros de comparação os seguintes filmes e seriados:

The Walking Dead (série)
Madrugada dos Mortos
Resident Evil (apenas o I e o II, e olhe lá, talvez nem devesse considerar esses)
Terra dos Mortos
A Volta dos Mortos Vivos
Dead Set (mini série)
Manual de sobrevivência à zumbis (livro)
Guerra Mundial Z (livro)

Sei que existem inúmeras obras, mas considerarei apenas as citadas acima. Pois bem! Analisando o aspecto físico do zumbi temos as seguintes diferenças:

Zumbis Rápidos: As duas obras que apresentam o famoso “zumbi velocista” são: Madrugada dos Mortos e Dead Set, em ambas o ambiente proporciona a aflição (dita por alguns branda, se comparado à marcha lenta, mas predestinada dos zumbis lentos) que só um zumbi correndo em alta velocidade poderia proporcionar ao expectador.

Zumbis com capacidades aprimoradas de inteligência: Essa é uma área muito controversa, mas o Terra dos Mortos foi o mais ousado, quando afirmou ser possível que o zumbi reaprendesse a utilizar certos artífices que em nenhum outro filme seria plausível. Nessa obra você nota da repetição da rotina antes da contaminação até a aprendizagem em utilizar armas de fogo.
Mas Terra dos Mortos não foi o único a investir nisso, podemos notar um certo traço de qualquer coisa semelhante a um mero lampejo de lembrança da vida cotidiana na série Walking Dead. Nunca percebeu? Lembra-se da menininha que o Rick encontra? Era uma zumbi, mas por algum motivo ela pegou um ursinho de pelúcia no chão, demonstrando qualquer traço de alguma memória guardada, uma atração pelo objetivo provavelmente adorado antes de ser contaminada.
Sem sair do mesmo seriado, lembro-me bem de uma zumbi (a esposa daquele homem com o filho) que se aproxima da porta e tenta abri-la, girando a maçaneta. É outra prova incontestável de um traço que seja de inteligência ou memória acumulada.
Nas outras obras não é possível perceber traços consideráveis de qualquer lembrança ou emoção do passado, os zumbis são passados como animais raivosos e famintos e apenas isso.

A relação zumbi x animais: Um ponto muito interessante e bastante diferençável nas obras. Afinal, o zumbi também se alimenta de outros animais? Eles se tornam zumbis ou apenas morrem pela contaminação?
As respostas são diversas, em Walking Dead, A Volta dos Mortos Vivos, Dead set (posso estar enganado) e os dois livros citados, os animais são plenamente devorados pelos zumbis, mas não há casos de transformações ocasionadas por mordidas ou contato com fluídos. Lembro da transmissão de rádio no A Volta dos Mortos Vivos em que o radialista dizia que eles consumiam qualquer animal de sangue quente (estaria os de sangue frio à salvo?).
Já em Madrugada dos Mortos, os animais são completamente ignorados, o alvo é unicamente o ser humano. E ainda em Resident Evil, os animais são contaminados e se tornam zumbis, podendo muitas vezes incomodar tanto quanto os zumbis humanos.

Alimentação: Encontramos consenso geral quando analisamos o fim da exclusividade cerebral no cardápio zumbi, todas as obras demonstram que eles se alimentam de qualquer parte comestível do corpo humano e não só de “mióóóóólooosss”. As obras literárias ainda afirmam que o zumbi não se fortalece da alimentação, a ânsia por uma mordida viria do comando do vírus que, vê nesse ato, a forma mais fácil de contágio, sendo “relatado” na obra que alguns zumbis acabam tendo suas barrigas infladas e explodidas, devido ao acúmulo de carne no estômago e intestino (já não funcionais)
Por ser um livro, essa obra detalhou muito melhor as coisas e foi uma das melhores fontes sobre zumbis que eu já pude ter conhecimento.

Então é isso aí galera! Eu adoro descobrir e ouvir coisas sobre zumbis, é um assunto em alta e que me agrada muito, espero ter feito um artigo de qualidade. Dicas, críticas e sugestões, estejam livres para comentar.





Obs.: Não citei Eu Sou a Lenda, pois não acho plenamente definível qual tipo de criatura é aquela, fica entre zumbi e vampiro, enfim, algo muito pessoal dos criadores.



Imagens achadas pelo Google nos seguintes sites:

http://www.incense-stick.com/

http://www.sentientdevelopments.com/2010/12/how-to-engineer-zombie-virus.html

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Uma breve análise do futurismo de Tropas Estelares


Acabei de assistir um clássico da infância, Tropas Estelares, de 1997 e, é muito interessante vê-lo com os olhos de agora, mais amadurecidos.

Tanto foi que delineei certos pontos que considerei um toque de mestre ao filme, a perspectiva do criador em relação ao futuro, todas as informações com esse teor foram colocadas de forma muito sutil, o que deixou ainda melhor o filme.

A igualdade dos sexos me pareceu a mais chamativa de se analisar, sim, caros colegas, no universo de Tropas Estelares, não há muita diferenciação entre os sexos; logo no início da trama eu notei que, numa espécie de futebol americano futurista, havia uma mulher entre todos os homens, jogando normalmente. No banho também não havia qualquer vergonha de nenhum dos lados, homens e mulheres tomando banho juntos na maior normalidade imaginada, isso foi encantador. E também o superior, batendo numa delas, como em qualquer homem, foi algo que chocou inicialmente, pois eu não havia absorvido totalmente a ideia da igualdade sexual. Mas foi uma ótima sacada do filme.

O mundo em federações foi algo pouco explicitado, pelo que parece, as cidades ainda existiam (exemplo de Buenos Aires, de onde vinha o ator principal), mas não existiam países e todos falavam a mesma língua. Talvez nas continuações algo seja mais bem explicitado.

Algo muito peculiar é que as punições se tornaram... Como posso dizer? Arcaicas, afinal, você punir um soldado com dez chibatadas é algo digno da Idade Média, ou do Oriente Médio dominado pelos muçulmanos mais radicais. Também foram citadas a morte por enforcamento e, numa das cenas, um criminoso é capturado e sua execução, numa aparente cadeira para injeção letal, é anunciada na televisão.

Então chegamos ao último ponto futurístico, a programação de TV; vez por outra o filme passava algum tipo de propaganda de alistamento ou matérias sobre a guerra com os insetos, e mesmo a execução do criminoso seria transmitida para todas as redes.

Outras mais comuns, mas que cito rapidamente: tatuagem à laser; banheira de recuperação de ferimentos (estilo que lembra DBZ); cartas vem como um pequeno CD, em vídeo.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mudando de opinião

Como eu sempre digo aos conhecidos, sou orgulhoso por ter opiniões mutáveis, alguns não entendem e até ficam contrariados imaginando que algo mutável não é algo que dê plena certeza. Mas, para mim o próprio sentido de certeza é sem sentido.

Enfim, estava assistindo alguns promos do Discovery e veio uma leva de pensamentos que sinalizou uma nova perspectiva sobre uma determinada situação. Sobre como as pessoas aproveitam a vida.

Tempos atrás (e até muito recentemente) eu me achava no direito de julgar se uma pessoa estava aproveitando a vida ou não. Por exemplo, achava que ir em festas e tentar ficar com o máximo de garotas possível era uma forma de suprimir alguma insegurança ou mágoa e não era viver.

Mas pensei hoje: quem sou eu para julgar o que é viver ou não? Se na minha própria concepção passada, eu não estaria vivendo, pois fico em casa quase todos os dias e no computador, vivendo uma vida sem realizações consideráveis.

Por isso é com orgulho que registro esse momento de mudança de opinião; tentarei não julgar uma pessoa por suas escolhas, e acredito que cada uma vive a vida da forma que sua concepção considera ser a melhor. Seja adorando seus deuses, indo a festas, fazendo esportes, estudando, ficando no PC o dia inteiro, torcendo pelo seu time e etc.

É claro! Não estou restrito, posso brincar com essas concepções, fazer uma graça com ironia, mas jamais desacreditar que a pessoa está vivendo; evitar ao máximo fazer julgamentos (eu não tenho esse direito) se a pessoa está desperdiçando a vida ou não.

O importante é que ela viva a dela e eu viva a minha, cada um com sua forma pessoal de se viver.

E é claro, um dia posso mudar de opinião novamente hehe. Como a música diz: prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

Freud sempre inteligente






Visto no Chongas.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Figuras do chatroulette

Já é um velho conhecido no mundo virtual, mas até o momento eu não havia experimentado, agora com uma webcam integrada no netbook, alguma luz apareceu e resolvi explorar esse mundo que antes tinha me cativado muita curiosidade.

Enfim, minhas impressões foram que todas as europeias são bonitas, mas as do Oriente Médio são, como posso dizer... Abaixo da minha média de apreciação.

Mas observei muitas curiosidades, dei algumas boas risadas com figuras, e tirei o print de três momentos, segue as imagens:


Essa eu ri bastante, numa das passagens me aparece uma figura vestida de mulher e dançando como um louco.

Nesse curioso momento, você até inicialmente se assusta, mas percebi que a corda pega ele pelas gostas, não chega a passar pelo pescoço, mas a criatividade foi grande e me tirou boas risadas.



Mas a melhor de todas foi essa, depois de ver dezenas de pintos (sim, ainda existem muitos exibicionistas no chatroulette) acabei por ver essas três lindas pagando peitinho, não peguei o momento em que as três mostraram (a verdade é que fiquei sem ação por uns milésimos), mas no print você nota os melõezinhos de fora. hehe


Enfim, para você passar o tempo vendo pessoas do exterior e se distrair, o chatroulette é uma ótima opção, desde que você esteja com espírito para ver cenas desagradáveis as vezes. Consegui até bater um papo raso com um alemão, que, ao ver que eu era brasileiro, comentou sobre o Justin Bieber estar fazendo show nas terras tupiniquins.

domingo, 2 de outubro de 2011