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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Uma breve análise do futurismo de Tropas Estelares


Acabei de assistir um clássico da infância, Tropas Estelares, de 1997 e, é muito interessante vê-lo com os olhos de agora, mais amadurecidos.

Tanto foi que delineei certos pontos que considerei um toque de mestre ao filme, a perspectiva do criador em relação ao futuro, todas as informações com esse teor foram colocadas de forma muito sutil, o que deixou ainda melhor o filme.

A igualdade dos sexos me pareceu a mais chamativa de se analisar, sim, caros colegas, no universo de Tropas Estelares, não há muita diferenciação entre os sexos; logo no início da trama eu notei que, numa espécie de futebol americano futurista, havia uma mulher entre todos os homens, jogando normalmente. No banho também não havia qualquer vergonha de nenhum dos lados, homens e mulheres tomando banho juntos na maior normalidade imaginada, isso foi encantador. E também o superior, batendo numa delas, como em qualquer homem, foi algo que chocou inicialmente, pois eu não havia absorvido totalmente a ideia da igualdade sexual. Mas foi uma ótima sacada do filme.

O mundo em federações foi algo pouco explicitado, pelo que parece, as cidades ainda existiam (exemplo de Buenos Aires, de onde vinha o ator principal), mas não existiam países e todos falavam a mesma língua. Talvez nas continuações algo seja mais bem explicitado.

Algo muito peculiar é que as punições se tornaram... Como posso dizer? Arcaicas, afinal, você punir um soldado com dez chibatadas é algo digno da Idade Média, ou do Oriente Médio dominado pelos muçulmanos mais radicais. Também foram citadas a morte por enforcamento e, numa das cenas, um criminoso é capturado e sua execução, numa aparente cadeira para injeção letal, é anunciada na televisão.

Então chegamos ao último ponto futurístico, a programação de TV; vez por outra o filme passava algum tipo de propaganda de alistamento ou matérias sobre a guerra com os insetos, e mesmo a execução do criminoso seria transmitida para todas as redes.

Outras mais comuns, mas que cito rapidamente: tatuagem à laser; banheira de recuperação de ferimentos (estilo que lembra DBZ); cartas vem como um pequeno CD, em vídeo.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mudando de opinião

Como eu sempre digo aos conhecidos, sou orgulhoso por ter opiniões mutáveis, alguns não entendem e até ficam contrariados imaginando que algo mutável não é algo que dê plena certeza. Mas, para mim o próprio sentido de certeza é sem sentido.

Enfim, estava assistindo alguns promos do Discovery e veio uma leva de pensamentos que sinalizou uma nova perspectiva sobre uma determinada situação. Sobre como as pessoas aproveitam a vida.

Tempos atrás (e até muito recentemente) eu me achava no direito de julgar se uma pessoa estava aproveitando a vida ou não. Por exemplo, achava que ir em festas e tentar ficar com o máximo de garotas possível era uma forma de suprimir alguma insegurança ou mágoa e não era viver.

Mas pensei hoje: quem sou eu para julgar o que é viver ou não? Se na minha própria concepção passada, eu não estaria vivendo, pois fico em casa quase todos os dias e no computador, vivendo uma vida sem realizações consideráveis.

Por isso é com orgulho que registro esse momento de mudança de opinião; tentarei não julgar uma pessoa por suas escolhas, e acredito que cada uma vive a vida da forma que sua concepção considera ser a melhor. Seja adorando seus deuses, indo a festas, fazendo esportes, estudando, ficando no PC o dia inteiro, torcendo pelo seu time e etc.

É claro! Não estou restrito, posso brincar com essas concepções, fazer uma graça com ironia, mas jamais desacreditar que a pessoa está vivendo; evitar ao máximo fazer julgamentos (eu não tenho esse direito) se a pessoa está desperdiçando a vida ou não.

O importante é que ela viva a dela e eu viva a minha, cada um com sua forma pessoal de se viver.

E é claro, um dia posso mudar de opinião novamente hehe. Como a música diz: prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Afazeres para tornar o Brasil um país melhor

- Acabar com o Carnaval da forma que ele é (Pão e circo oferecido pelos políticos);

- Fechar a Rede Globo;

- Nova Constituição;

- Pena de morte;

- Salário mínimo para políticos;

- Salário de 15 a 30 mil para policiais, médicos, professores, bombeiros e demais da área;

- Corrupção como crime inafiançável;

- Desmatamento crime inafiancável com multa de 5.000 reais por metro quadrado;

- Iniciar processo de licenciamento para animais de estimação;

- Exército, Marinha e Aeronáutica protegendo as fronteiras;

- Direito do cidadão de auto-defesa em caso de invasões domicialiares, e total absolvição em caso de morte do infrator;


Alguém têm mais alguma ideia? Ou crítica? Pode dizer.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Solidarização ou síndrome do luto?

Hoje duas pessoas vieram me comunicar a morte de um indivíduo. O que me deixou incomodado e pensativo. Afinal, eu nem ao menos havia trocado duas palavras com ele e, sinceramente, assuntos de morte não me interessam muito, não por frieza, mas por não acrescentarem nada de interessante.

Mas vejamos o ponto que desejo discutir: ambos os comunicantes ficaram incomodados por que eu não agi assim: Pooooxxaaa vidaa, a vida é tãããoo cruell...

Bem... Eu assumo que não tenho lá um bom sentido de solidariedade (que é se colocar no lugar do outro e sentir seu pesar). Talvez seja uma falta de treino, mas ressalto, eu tenho solidariedade, mas não é tão proeminente como a maioria. Ainda mais quando se trata de desconhecidos.

Talvez seja um problema? Aos olhos da sociedade sim! Afinal, sou rotulado de "frio", "insensível", "sem sentimento". Pufff, se me conhecessem realmente saberiam que apenas tenho uns distúrbios em relação a determinados sentimentos, mas que sou bastante emotivo.

Enfim... Morreu... É uma pena, o jovem tinha uma vida pela frente. Mas eu não consigo sentir nada perante essa situação e seria muito agradável que me deixassem em paz na minha opção de sentir solidariedade ou não.

Agora eu me pergunto, quem me critica, vai se vestir de preto por um mês? Deixar certos prazeres como sexualidade, gula, e diversões semelhantes? Com toda a certeza não!
Então que solidariedade é essa?

Penso que muitas pessoas realmente se solidarizem com a situação, imaginam como seria se fosse com eles e sofrem pela família que perdeu um ente amado.
Mas tenho também plena certeza que muitos sejam igual a mim, mas usam máscaras, que usam por temer serem apontados pela sociedade como sociopatas, deformados sentimentalmente. Eu não temo apontamentos a alguns anos, não tema também!

E ainda provavelmente, poucos que lerem isso entenderão o meu ponto de vista. Mas essa é a sociedade. haha.

sábado, 25 de junho de 2011

As termas romanas, um sinal de superioridade



É incrível, para quem resolve estudar ou ver algum seriado sobre história, que muitas sociedades foram tão esplêndidas.

Geralmente o que nós, os modernos, temos é certo preconceito pelo passado e seu povo, mas vemos neles uma engenhosidade tremenda, muito maior do que hoje em dia que temos tudo em nossas mãos sem o esforço mais que a retirada de papel-moeda da carteira.

Mas hoje falarei sobre uma das coisas que mais me impressionam na Antiguidade, as termas romanas. Siiiimm. Provavelmente você já deve ter ouvido falar delas. Um lugar onde os romanos tomavam banho ao final de um dia de trabalho. Era lá onde homens, ricos ou pobres, tinham direito a se banhar, receber massagens, se banquetear e mesmo fazer orgias. Tantos outros aproveitavam esse momento do final da tarde para filosofar e colocar em prática sua sociabilidade, muitas alianças surgiam pela esfumaçada terma, de casamentos a concílios políticos.

Os usuários deveriam passar por estágios de banhos, do frio para o morno e finalmente o quente e na saída deveriam fazer o inverso. Escravos serviam a todo momento bebidas e alimentos, enquanto outros massageavam os cidadãos. Por baixo das termas, eles alimentavam as fornalhas que aqueciam as águas. Conseguem imaginar a fuligem nesses locais? Realmente muito ruim para o escravo.

As termas eram consideradas um bem essencial, pois era estritamente ligada à saúde pública e ao bem-estar dos cidadãos e isso era algo primordial para a República romana, um cidadão saudável produz mais e feliz ainda evita que se amotine contra o Estado.


Mas vemos um fim dessa prática com a Idade Média... Bem... Eu evito ao máximo criticar essa época que já é bastante vítima de ataques dos historiadores iluministas e entusiastas de tal linha de pensamento. Porém foi a Igreja Católica que viu nas termas uma baixaria, um atentado ao pudor, pelo sinônimo de nudez e mesmo de sexo. Banindo assim essa forma de relaxamento.

Então assim vemos uma sociedade literalmente suja, que se preocupa tanto com o espírito que abandona o corpo e deixa-o apodrecer em sujeira. Isso deixaria um romano enojado e assim me deixa.

Lembremos que Roma já tinha um sofisticado sistema de esgotos, na Idade Média isso simplesmente desaparece, só voltando ao cenário social na Idade Moderna. Vocês imaginam pessoas jogando dejetos pela janela? Vivemos isso mesmo no Brasil.

Lembrem-se da glória romana, no hedonismo que os romanos almejavam e em sua glória eterna que ecoará enquanto a humanidade existir. Serão sempre a eterna potência do mundo, em força, cultura e sociedade.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O caso dos bombeiros do Rio



O que se tem comentado muito ultimamente é a revolta dos bombeiros do Rio que após um protesto foram presos, então não poderia deixar passar meu registro dos acontecimentos pela minha ótica.

Enfim, para mim, o protesto é totalmente digno, pois esses homens que diariamente salvam dezenas de vidas ganham apenas 950 reais, o que eles queriam aumentado para 2.000, o que acho muito justo. Visto que nossos políticos não fazem nada além de tirar vidas dos pobres com suas falcatruas e ganham muito mais.

Mas toquemos num ponto importante do acontecimento, os bombeiros tomaram uma medida muito drástica. A cena do arrombamento do portão foi deplorável e naquele momento eu condenei veementemente a passeata que tomava forma de motim e destruição do patrimônio público.



Esqueceram-se por um momento do que estavam exigindo e viraram apenas símios que se amontoam em grupo para destruir e desrespeitar as sagradas regras de hierarquia militar, que é uma das últimas instituições prestáveis nesse país.

Por esse ato eles mereceram prisão sim! Exigiram da forma errada seus direitos e devem ser punidos.

Mas lembremos que esses homens são heróis, erraram, são humanos, mas deve-se a eles todo o respeito que temos aos grandes ícones da nossa sociedade.

Foi uma atitude lamentável, mas foi um cúmulo que se chegou de uma má administração política.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Minhas séries prediletas

Ranking das minhas séries prediletas:

1 - Sobrenatural

2 - Roma

3 - Game of Thrones

4 - Os Simpsons

5 - Dexter

6 - Dead Set

Entre séries que não ganharam o meu apreço: Jericho, Survivers, True Blood, Lie to me, Bones, Glee, Lost e 24 horas.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Vale a pena dar Pitaco: A Liga

Abrindo uma nova forma de posts para o Blog eu colocarei meu ponto de vista em diversos programas assistidos, na TV aberta ou não.

Inaugurando essa coluna, começamos com o programa A Liga, que passa na Band às Terças-Feiras, às 22:15.

No geral o programa é bom, traz assuntos interessantes e muitas vezes pouco abordados normalmente, mas por vezes noto uma parcialidade demasiadamente exagerada, ressalto que não acredito que um jornal possa ser imparcial, mas abomino a parcialidade total.

Nesse programa vimos o assunto FUNK; novamente notei a parcialidade, a mesma que vi sobre as torcidas organizadas e percebi coisas parecidas entre os dois programas, em ambos não houve a separação de assuntos, todos se fixaram na mesma tarefa, explico:

- Na reportagem das torcidas organizadas, TODOS os repórteres fizeram a mesma coisa, seguiram uma determinada torcida e isso ficou extremamente chato, repetitivo e unilateral;

- No programa mais recente, novamente todos os repórteres seguiram grupos de funkeiros.

Agora, por que isso? Eu percebo que não é uma regra, por vezes o programa consegue ser menos parcial e exibir todos os pontos de vista interessantes e relevantes é por isso que a nota geral é razoavelmente boa.

Enfim, sobre o Funk vemos uma aceitação da cultura e mesmo uma tendência de vários momentos haver justificativas e explicações dos “preconceitos” que as pessoas têm, querendo aliviar as críticas.

E quando finalmente colocaram um crítico verdadeiro, fizeram com uma desvairada que notavelmente tem problemas de cabeça.

Claro que houveram outros críticos mais centrados, mas tiveram menos tempo de programa e menos visões e seguidamente dos seus depoimentos, vinha uma contra-resposta do próprio programa que “quebrava” a resposta do que era contra o Funk.

Enfim, vão minhas notas:

Nota geral para A Liga: 7

Nota para o programa sobre a cultura do Funk: 2